cartaz_usp_colorDe 25 à 27 de agosto

Prédio da Geografia/História

A greve do primeiro semestre de 2009 na USP ficará marcada pela latência da crise das instituições de poder e representatividade da Universidade. A negação do diálogo e a (in)conseqüente opção da reitoria pela entrada do aparato militar para repressão da greve dos funcionários propiciou uma rápida resposta de parte da comunidade universitária, indignada com a presença da PM no campus para “mediar” as relações entre as categorias. Os estudantes do curso de História e Geografia deliberaram por greve como reação imediata à essa atitude. Durante o mês de junho o que se viu foi uma intensa mobilização nos dois cursos (mais…)

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FFLCH realizará uma plenária no dia 13/08, às 14horas, no anfiteatro da História.

A data não é das mais oportunas, posto estarmos em recesso. No entanto, (mais…)

Provavelmente a primeira atlética do mundo (quiçá do universo, não temos nenhum dado concreto) a declarar greve.  Atlética combativa, de luta. Diferente de outras, que recebem dinheiro da faculdade e ficam de rabo preso. Viva a Atlética da FFLCH!!! AAAOA (Associação Atlética Acadêmica Oswald de Andrade).

Futsal da FFLCH protesta contra a PM

Pedro Maino, originalmente publicado no dia 02/07/09

Time da FFLCH conversa durante o intervalo; faixa protesta contra a PM no campus (foto: Pedro Maino)

Time da FFLCH conversa durante o intervalo; faixa protesta contra a PM no campus (foto: Pedro Maino)

O time de futsal masculino na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) realizou no último dia 21 um protesto inédito contra a presença da Polícia Militar no campus. Na partida que definiu sua volta à Série Azul da Copa USP (primeira divisão do torneio), os atletas entraram carregando faixas e, ao som de (mais…)

Um dos cursos mais mobilizados durante a greve da USP conseguiu construir, mesmo em meio a tantas dificuldades, relações interessantes entre os estudantes e professores grevistas, gerando debates que iam além dos fatos e criando formas dinâmicas de articulação.

Por Luis Branco

A greve do primeiro semestre de 2009 na USP [Universidade de São Paulo] ficará marcada pela latência da crise das instituições de poder e representatividade da universidade. Seu fim, sem a conquista das pautas [reivindicações] mais evidenciadas, embora nos dê um gosto amargo, parece dessa vez não significar um momento alto de desgaste, sucedido por um período de “ressaca”. Pelo contrário, a simultânea saída das três categorias [1], articuladas no sentido de não só questionar, mas concretamente alterar a estrutura de poder na USP, significa que, para além das pautas específicas de cada categoria e a despeito de seus posicionamentos e ações políticas diferentes, a USP não ficará tal como está: chegamos ao limite (mais…)

Publicado originalmente no Correio da Cidadania, em 19/06/09

A greve na USP e a fala de Antonio Candido

A presença de Antonio Candido no ato público de apoio à greve dos funcionários administrativos da Universidade de São Paulo deu ao movimento um novo significado: não se trata apenas de uma justa reivindicação salarial; trata-se do resgate de um sonho. (mais…)