Nem eu nem você

— 400…

— 350…

— Não, 400!

—De jeito nenhum, 350! (mais…)

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Acontece desde a manhã desta segunda-feira, 24 de maio, a ocupação da Coordenadoria do Campus da USP de São Carlos, por estudantes moradores de seu Alojamento. O caso apresenta mais um exemplo de como funciona a política de “permanência” na Universidade.

Abaixo, reproduzimos a carta veiculada hoje em listas de e-mail, apresentando um panorama da situação.

Carta Aberta do Alojamento ao Campus

Aloja USP São Carlos

Os moradores do Alojamento informam aos demais estudantes, funcionários e professores do Campus que, desde o impasse gerado pela Coordenadoria do Campus quanto ao processo seletivo para as bolsas moradia e auxílio-moradia, temos buscado diversas tentativas de diálogo com esta, visando resolver a situação. Sem obter sucesso, deliberamos em assembléia geral dos moradores nossa permanência na Coordenadoria do Campus até que tal impasse seja resolvido. (mais…)

Por: Universidade para quem?
No dia 19 de março, uma mensagem eletrônica foi enviada pelo Serviço Social da Coseas USP a professores, estudantes e funcionários. Um e-mail institucional assinado, tomando partido contrário à ocupação do Bloco G realizada pelos estudantes moradores do Conjunto Residencial (CRUSP) – veja mais textos sobre a Ocupação por este endereço.
O professor da EACH Jorge Machado, ao receber a mensagem, decidiu respondê-la. Com sua autorização, reproduzimos a íntegra da resposta a seguir.

Resposta ao spam do Coseas

Alô Coseas,

Já que vocês mandaram essa mensagem não solicitada para mim, aí vai uma resposta não solicitada, copiada para a lista dos docentes da EACH (mais…)

Resposta ao Comunicado da Coseas sobre a Retomada do Blogo G

Por Ocupação da Coseas

Os moradores do Conjunto Residencial da Universidade de São Paulo que retomaram pacificamente os três primeiros andares do bloco G do CRUSP vêm a público manifestar seu profundo desagrado e o sentimento de desrespeito sentido após a leitura do Comunicado emitido ontem pela COSEAS. (mais…)

Nos dias 12, 13 e 14 de abril, acontecerão as eleições para a Associação dos Pós-Graduandos da USP (Campus Capital) e para a representação discente dos pós-graduandos nos conselhos centrais da USP (Conselho Universitário, Conselho  de Pós-graduação, Conselho de Pesquisa e Conselho de Cultura e Extensão). As inscrições de chapa acontecerão nos dias 25 e 26 de março, quinta e sexta-feira próximas. Isso já circulou amplamente pelas listas do movimento estudantil, acadêmicas, de secretarias de pós etc. E publicamos agora aqui para os possíveis interessados.

Estão acontecendo algumas reuniões para a formação de chapa. A próxima reunião acontecerá no dia 23 de março, terça-feira, às 18 horas no IME.

Mais informações visite o site da APG: http://www.apgusp.com/

Pauta de reivindicações dos moradores do Crusp

Por Demian Alves Lima

Devido às condições ultrajantes em que vivem os moradores do Crusp (Conjunto residencial da USP), demorou para que tomassem uma atitude mais enfática contra toda sorte de abandono a que são relegados. Assim, ontem à noite a Coseas, órgão responsável pela administração do Crusp, foi ocupada por moradores do Conjunto Residencial da USP.

O que não demorou foi chamarem a polícia. Poucos minutos depois da ocupação, lá estava a PM. (mais…)

Coseas: basta deste sistema de gestão de material humano

Por Coletivo odiamos Rosa Godoy

Há certo tempo atrás, pode-se dizer, que a administração da USP temia os habitantes do CRUSP.

Ocupavam prédios abandonados, os fazendo virar moradia, contra a administração que preferia deixá-los ruir.  Lá abrigaram-se antagonistas ao regime militar e militantes anticapitalistas (veja este depoimento de Wolfgang Leo Maar:  “O CRUSP despertava a ira do regime não só por sua posição central na organização estudantil (foi ali a grande assembléia em que se discutiu as prisões de Ibiúna) mas porque significava um espaço crítico em relação à manipulação ideológica moralizante promovida pelo governo de então. A despolitização do movimento estudantil que se promovia oficialmente tinha ali seu grande contraponto: cultura e ciência eram vistas no CRUSP como necessariamente engajadas. A política era considerada (mais…)