Poema3

Por que esta falta de interesse dos estudantes por questões do coletivo?

Este artigo não pretende decifrar tal enigma, mas levantar questões acerca de dois importantes textos que refletem diferentes pontos de vista e diferentes projetos de universidade, tentando olhar para dentro de casa e ver o que temos feito, se nos aproximamos de alguma forma de algum desses textos. São eles “O manifesto de Córdoba” (1918) e “A declaração de Bolonha” (1998). (mais…)

Anúncios

franklin leopoldo

Abaixo publicamos a fala proferida por Franklin Leopoldo e Silva, professor de Filosofia da Universidade de São Paulo, durante palestra no ciclo de debates Universidade para quem? (título que inspirou o nome deste blog), promovido por estudantes da USP, em março de 2008. Na ocasião o professor Franklin discorreu sobre Estrutura de poder, que era o tema da mesa. Além dele, compunham a mesa o estudante de mestrado Douglas Anfra e o professor Marcos Magalhães do IME.

Transcrevemos outras falas e publicaremos uma a cada semana. A próxima será a de Ricardo Musse, professor de Sociologia da USP.

(mais…)

Renato Janine RibeiroAndam dizendo por aí que Renato Janine Ribeiro disse haver sido instado a candidatar-se para reitor.

Começa-se desde já a celeuma em torno de quem será o novo reitor, como sempre acontece em anos de troca de Rei, neste mais que noutros. Enquanto isso o principal cai no esquecimento. Afinal de contas onde está a discussão sobre a democratização da Universidade? E a estatuinte? Parece-nos que é ingenuidade ou má-fé achar que é (mais…)

Publicado originalmente no site Vermelho, em 20/06/2009

Um dos intelectuais mais respeitados do país, Fábio Conder Camparato critica a presença da Polícia Milistar no campus da USP e afirma que os serviços públicos no Brasil são entendidos como um ‘ralo por onde somem os recursos’. Para ele, a autonimia universitária é uma farsa e as instituições de ensino no país não agem de maneira republicana. (mais…)

(Publicado originalmente na FSP, edição de 16.06.2009, na seção Tendência e Debates)

CAIO VASCONCELLOS e ILAN LAPYDA

APÓS MAIS de uma semana de presença da Polícia Militar no campus da USP, a política repressiva da reitora Suely Vilela culminou na batalha campal de 9 de junho.

O conflito que se deu depois do fim da manifestação pela retirada da PM não se limitou ao portão principal, mas se estendeu até a parte central do campus, algo que não se via desde a ditadura militar: bombas de gás e de concussão, balas de borracha, prisões e (mais…)