Serra, a culpa é sua. A greve continua!

Os professores da rede pública do Estado de São Paulo conseguiram realizar mais uma assembléia vitoriosa nesta sexta feira (19/03),  que, segundo a APEOESP, reuniu 60 mil pessoas.

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cartaz_usp_colorDe 25 à 27 de agosto

Prédio da Geografia/História

A greve do primeiro semestre de 2009 na USP ficará marcada pela latência da crise das instituições de poder e representatividade da Universidade. A negação do diálogo e a (in)conseqüente opção da reitoria pela entrada do aparato militar para repressão da greve dos funcionários propiciou uma rápida resposta de parte da comunidade universitária, indignada com a presença da PM no campus para “mediar” as relações entre as categorias. Os estudantes do curso de História e Geografia deliberaram por greve como reação imediata à essa atitude. Durante o mês de junho o que se viu foi uma intensa mobilização nos dois cursos (mais…)

Um dos cursos mais mobilizados durante a greve da USP conseguiu construir, mesmo em meio a tantas dificuldades, relações interessantes entre os estudantes e professores grevistas, gerando debates que iam além dos fatos e criando formas dinâmicas de articulação.

Por Luis Branco

A greve do primeiro semestre de 2009 na USP [Universidade de São Paulo] ficará marcada pela latência da crise das instituições de poder e representatividade da universidade. Seu fim, sem a conquista das pautas [reivindicações] mais evidenciadas, embora nos dê um gosto amargo, parece dessa vez não significar um momento alto de desgaste, sucedido por um período de “ressaca”. Pelo contrário, a simultânea saída das três categorias [1], articuladas no sentido de não só questionar, mas concretamente alterar a estrutura de poder na USP, significa que, para além das pautas específicas de cada categoria e a despeito de seus posicionamentos e ações políticas diferentes, a USP não ficará tal como está: chegamos ao limite (mais…)

Publicado originalmente no Correio da Cidadania, em 19/06/09

A greve na USP e a fala de Antonio Candido

A presença de Antonio Candido no ato público de apoio à greve dos funcionários administrativos da Universidade de São Paulo deu ao movimento um novo significado: não se trata apenas de uma justa reivindicação salarial; trata-se do resgate de um sonho. (mais…)

(Texto escrito pela profª drª Ana Fani Alessandri Carlos, que circulou livremente pela internet)

Pois é, não dá para entender nossa sociedade ignorando o sentido e os usos do espaço. As barricadas delimitam, organizam o fluxo, impedem o uso e a apropriação pelo corpo. Mas também nos obrigam a pensar o que as motivam. Podemos, inicialmente, inverter o raciocínio e dizer que a violência é a necessidade das barricadas não sua existência. (mais…)