Sintusp


* Reproduzimos aqui uma avaliação feita por alguns funcionários do SINTUSP militantes da LER-QI sobre o fim da greve dos funcionários. Apesar de ter algumas tantas discordâncias com o teor do texto julgo muito válida a leitura(Chico Cabral)

retirado do site da LER-QI

Depois de 57 dias em luta, chegou ao fim a greve dos trabalhadores e trabalhadoras da USP. Apesar de não conseguir as principais reivindicações que motivaram a greve, como a luta pela recomposição da isonomia (igualdade de aumento salarial com professores), os trabalhadores conseguiram impôr o pagamento dos dias em greve, que foram descontados de forma arbitrária e ilegal pela Reitoria e pelo governo Serra, contra a posição da Congregação da Faculdade de Direito da USP, que reúne os principais advogados e juízes do país, seguindo a orientação do Juiz do Trabalho Jorge Souto Maior que dizia que “não é possível contrapor o direito de greve ao direito de sobrevivência do trabalhador”. Isto ocorre num momento em que o presidente Lula e o PT, que se empolgam falando que são representantes dos trabalhadores e dos pobres, vem dando declarações reacionárias sobre o direito de greve, afirmando que“greve não é férias, greve é guerra”, e por isso é necessário cortar os salários dos trabalhadores em greve, em especial do funcionalismo público. A burocracia sindical da CUT, apoiadora do governo Lula, fez aceitar que muitas categorias tivessem os seus dias descontados – professores da rede estadual de São Paulo, INCRA, IBAMA, entre outros que ainda sofrem ameaça. Por isso a luta dos trabalhadores da USP e seu sindicato combativo, deram um exemplo a todos os trabalhadores: não temos que aceitar sem luta o ataque ao direito de greve dos trabalhadores. É nesta situação nacional que os trabalhadores da USP se reafirmam como um exemplo para o conjunto da classe trabalhadora brasileira, demonstrando que é possível lutar. (mais…)

Anúncios

por Marina Macambyra*, do blog Dia de Greve

Acabou a greve dos funcionários da Universidade de São Paulo. Chega, por enquanto. Exceto pela Copa do Mundo, amanhã tudo começa a voltar ao normal.

E o nosso normal, como é mesmo? Ah, é muito bom. O grande problema da USP são as greves, não é mesmo? As greves, os grevistas e aquela instituição satânica que é o Sintusp. A greve terminou, acabaram-se os problemas. Sai o Haiti, entra a Suécia.

A partir de amanhã, no máximo de segunda-feita, porque sexta é dia de jogo do Brasil contra não sei quem, a competência e a eficiência administrativas voltam a reinar em todos os campi.

A formação oferecida aos alunos volta a ser a melhor do mundo, graças à dedicação heroica de todos os professores, amparados por funcionários eficientíssimos com salários acima do padrão do mercado, e, naturalmente, ao entusiasmo com o qual esses alunos privilegiados respondem aos esforços dos docentes.

Não há falta de professores. O problema era a greve, que não deixava os professores chegarem às salas de aula porque não tinha Circular. Agora o Circular volta a passar a cada 5 minutos. (mais…)

Uma audiência pública aguardava a então reitora da USP, Suely Vilela, que não veio ou mandou representante. Os estudantes caminharam até a reitoria e lá encontraram as portas fechadas à qualquer diálogo. Reivindicando, entre outras tantas pautas engasgadas, a revogação dos decretos do governador que extinguiam a autonomia universitária e criavam novos absurdos, atravessaram o umbral e deram início aos 51 dias da Ocupação da Reitoria da USP, acontecimento que ressoou pelo Brasil e lançou um grito de alerta: alguma coisa estava mesmo fora da ordem.

Um porque para recordar o 3 de maio (mais…)

Os funcionários da USP decidem entrar em greve a partir do dia 05 de maio.

Veja nota do próprio Sindicato dos Trabalhadores da USP (SINTUSP) sobre a assembléia que decidiu pela greve, bem como as razões que os levam a paralisar as atividades a partir do dia 05 deste mês.

A P R O V A D A
G R E V E
POR TEMPO INDETERMINADO (mais…)

Ideia é discutir a democratização da universidade como um todo, incluindo eleições diretas para reitor; professor afirma à Rede Brasil Atual que reitora Suely Vilela não sabe da importância da instituição que administra

João Peres, Revista Brasil Atual

Conhecido por suas opiniões contundentes a respeito da política brasileira, o professor Chico de Oliveira teve lançada nesta quarta-feira (9) sua (anti) candidatura a reitor da Universidade de São Paulo (USP).

Apesar do apoio do Sindicato dos Professores da USP e do Diretório Central de Estudantes, o docente não tem pretensões de chegar à administração central da maior universidade brasileira. A Associação dos Docentes da USP (Adusp) tem como política não apoiar candidatos enquanto não for alterado o atual sistema. (mais…)

usp_reitoraveis

A farsa que é a eleição para reitor da USP, além dos candidatos Armando Corbani FerrazGlaucius Oliva, João Grandino Rodas, Ruy Alberto Corrêa Altafim, Sylvio Barros Sawaya e Wanderley Messias da Costa, conta agora com as candidaturas de Sônia Teresinha de Sousa Penin (diretora da FE e ex-pró-reitora de graduação da gestão Melphi), Francisco Miraglia Neto (professor do IME e diretor da Adusp), mais a anticandidatura de Chico de Oliveira.

Tirando o nome de Chico de Oliveira, que entrou na disputa somente para denunciar o caráter antidemocrático do atual sistema de escolha, boa parte dos demais (mais…)

ATO : Sábado 05/09
9hs da manhã, concentração no largo de Osasco (estação de trem de Osasco), passeata até o Carrefour Osasco.

Ato organizado por entidades do movimento negro de Osasco e Região.

MOÇÃO DE REPÚDIO DO CONSELHO DIRETOR DE BASE DO SINTUSP AO CRIME DE RACISMO EM LOJA CARREFOUR

O Sindicato dos Trabalhadores da USP – SINTUSP, vem através de seu Conselho Diretor de Base, manifestar o mais veemente repúdio ao crime de racismo sofrido pelo companheiro Januário Alves de Santana, trabalhador desta Universidade, no dia 07 de agosto de 2009 na loja Carrefour de Osasco. Januário foi violentamente (mais…)

Próxima Página »