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Jornal Nacional pode estar preparando denúncia “fake” contra o MST

A Assessoria de Imprensa do MST encaminhou carta ao site Conversa Afiada alertando para a possibilidade de o Jornal Nacional veicular matéria fake acusando o MST de praticar ato de tortura. Como é corriqueiro a Rede Globo produzir reportagens que passam por cima de qualquer manual de jornalismo – a emissora carioca costuma amplificar o que para ela interessa; omitir o que lhe desagrada; distorcer quando amplificar ou omitir não funciona para atingir o interesse dela; ou simplesmente mentir sem mais nem menos, em geral quando bate o desespero –, MST (alvo permanente do ódio global), muito prudentemente, procura se precaver contra mais uma armação. (mais…)

Todos os dias, a mídia empresária brasileira distorce a realidade e apresenta fragmentos do real organizados de acordo com a sua verdade, para que sintamos raiva e calma, a ponto de sairmos no dia seguinte para o trabalho, amortecidos e nos sentindo plenamente satisfeitos em saber tudo o que acontece. Manipula a realidade, dita a moda da São Paulo Fashion Week, escandaliza os hábitos dos artistas, condena este deputado, exalta aquele senador, critica a condução da política no Brasil, mas nos faz crer que nossa atuação é limitada ao voto. E todos aqueles que se rebelam, são vistos como baderneiros, vagabundos, enquanto os vemos nas ruas e gritamos em coro “vão trabalhar!”. (mais…)

Vamos manter viva a universidade dos trabalhadores!

Por José Arbex Jr(texto originalmente publicado na revista Caros Amigos)

Caros(as) amigos(as):

A Escola Nacional Florestan Fernandes pede a sua ajuda urgente para se manter em funcionamento (veja como contribuir, no final deste texto).

Situada em Guararema (a 70 km de São Paulo), a escola foi construída, entre os anos 2000 e 2005, graças ao trabalho voluntário de pelo menos mil trabalhadores sem terra e simpatizantes. Nos cinco primeiros anos de sua existência, passaram pela escola 16 mil militantes e quadros dos movimentos sociais do Brasil, da América Latina e da África. Não se trata, portanto, de uma “escola do MST”, mas de um patrimônio de todos os trabalhadores comprometidos com um projeto de transformação social. Entretanto, no momento em que o MST é obrigado a mobilizar as suas energias para resistir aos ataques implacáveis dos donos do capital, a escola torna-se carente de recursos.  Nós não podemos permitir, sequer tolerar a ideia de que ela interrompa ou sequer diminua o ritmo de suas atividades. (mais…)

Leia abaixo artigo do Procurador Federal e Coordenador-Geral Agrário da Procuradoria do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Bruno Rodrigues Arruda e Silva, publicado em http://www.mst.org.br/node/8592, que contrapõe publicação da Folha de S. Paulo do dia 26 de outubro.

Os recentes episódios envolvendo conflitos fundiários e disputas por CPIs no Congresso Nacional conduzem os olhares da Nação para um problema jamais solucionado em nossa história: a aviltante concentração de terras nas mãos de tão poucas pessoas. O Censo do IBGE demonstrou que apenas 1% das propriedades ocupa 43% da área total de imóveis rurais no País. Um dado alarmante, que, no entanto, é convenientemente esquecido por aqueles que insistem em tratar os conflitos agrários como resultado da “ação baderneira do MST”, e não como conseqüência da maior concentração fundiária do planeta. As últimas tentativas de criminalização dos movimentos sociais e de desmoralização da reforma agrária representam claríssima reação à promessa do Governo Federal de finalmente cumprir, vejam só, a lei que determina a atualização periódica dos índices de produtividade agrícola, os quais estão ainda baseados em indicadores econômicos de 1975. (mais…)

Assine abaixo-assinado em repúdio a criminalização do do MST:

http://www.petitiononline.com/boit1995/petition.html

Leia a íntegra do texto do abaixo-assinado supracitado:

Contra a violência do agronegócio e a criminalização das lutas sociais

As grandes redes de televisão repetiram à exaustão, há algumas semanas, imagens da ocupação realizada por integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) em terras que seriam de propriedade do Sucocítrico Cutrale, no interior de São Paulo. A mídia foi taxativa em classificar a derrubada de alguns pés de laranja como ato de vandalismo. (mais…)

Imaginando que sua réplica não chegaria às páginas de resposta do Estadão, o autor autorizou a publicação por aqui. O artigo a que ele se refere, “Índices de produtividade”, foi publicado no jornal O Estado de S. Paulo nesta segunda-feira, escrito por Denis Lerrer Rosenfield, criticando a reivindicação do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) de reajuste desses índices com relação ao agronegócio, tendo em vista que a partir deles se define a improdutividade de terras e, com isso, sua destinação para a reforma agrária.

Para facilitar o entendimento, deixamos ao final do texto o caminho para quem quiser ler na íntegra o artigo.

Por João Vitor Barison

Na edição desta segunda-feira, 31 de agosto, Denis Lerrer Rosenfield expôs seu pensamento acerca da atualização dos índices de produtividade. (mais…)