março 2010


Infiltração e repressão: Serra aplica cartilha de Yeda

Por Marco Weissheimer, do RS Urgente e Carta Maior

O governo José Serra (PSDB) adotou as mesmas táticas policiais utilizadas pela também tucana Yeda Crusius no Rio Grande do Sul. Integram essas táticas, entre outras, duas medidas básicas: reprimir violentamente protestos e manifestações de ruas e infiltrar policiais à paisana nestes protestos e manifestações (mais…)

Anúncios
Por: Universidade para quem?
No dia 19 de março, uma mensagem eletrônica foi enviada pelo Serviço Social da Coseas USP a professores, estudantes e funcionários. Um e-mail institucional assinado, tomando partido contrário à ocupação do Bloco G realizada pelos estudantes moradores do Conjunto Residencial (CRUSP) – veja mais textos sobre a Ocupação por este endereço.
O professor da EACH Jorge Machado, ao receber a mensagem, decidiu respondê-la. Com sua autorização, reproduzimos a íntegra da resposta a seguir.

Resposta ao spam do Coseas

Alô Coseas,

Já que vocês mandaram essa mensagem não solicitada para mim, aí vai uma resposta não solicitada, copiada para a lista dos docentes da EACH (mais…)

[Publicado no blog Conversa Afiada]

from    ANA APEOESP

Mais uma vez, professores foram agredidos por policiais e impedidos de realizarem manifestação pública. Um grupo de aproximadamente 200 professores compareceu à inauguração de uma alça de acesso da Estrada Mário Covas aos municípios de Itaquaquecetuba, Suzano e Poá. (mais…)

PARALISAÇÃO E ATO NO PORTÃO DA USP AMANHÃ, 30/3 Os funcionários da USP, indignados com a quebra da isonomia salarial entre funcionários e docentes das 3 universidades estaduais paulistas (USP, Unesp e Unicamp) decidiram paralisar o trabalho amanhã, 30, fazer uma concentração às 10 horas no Prédio da História e passeata até o portão principal da USP rumo à greve por tempo indeterminado (decisão aprovada por unanimidade em Assembleia). A quebra da isonomia se deu quando o Cruesp (Conselho de Reitores das 3 universidades estaduais paulistas) concedeu um reajuste de 6% aos professores da USP, Unesp e Unicamp (antes da data-base). Relembramos, que nos últimos anos, o Cruesp se negou seguidamente a atender nossas reivindicações, sempre remetendo à necessidade de preservar a isonomia nas universidades. Esperamos que não se repitam os atos de violência policial ocorridos no ano passado, quando fizemos um ato no portão principal.

Sintusp (Sindicato dos Trabalhadores da USP)

Jornalista da Folha recebeu mais de 3,7mi para bajular demotucanos

Do blog CloacaNews

O baba-ovo profissional Gilberto Dimenstein, o Gibinha, membro do Conselho Editorial da organização mafiomidiática Folha de S. Paulo, é também o dono de uma certa Associação Cidade Escola Aprendiz, empreendimento supostamente dedicado a “criar e articular oportunidades que fortaleçam a educação integral de crianças e jovens por meio da utilização de tecnologias sociais inovadoras”. (mais…)

Gilberto Dimenstein

Amor com amor se paga – Lição de um aprendiz esperto

Do blog NaMaria News

De fato. Não se pode maltratar ou discordar de quem nos ajuda – seria falta de respeito, consideração, estima, bom senso; seria perder a noção do perigo etc..

Deve ser por isto que o nobre jornalista Gilberto Dimenstein, da Associação Cidade Escola Aprendiz (CNPJ/MF 03.074.383/0001-30) escreveu Professores dão aula de badernaUma greve contra os pobres e também Vocês desrespeitam os professores, da qual citamos o brilhante trecho: (mais…)

O choque de gestão de Serra e do PSDB

Por Ricardo Maciel

À frente do governo de São Paulo, José Serra mostrou exemplarmente o que é o choque de gestão do PSDB. Em pouco mais de três anos Serra mandou bater em sem-terra, sem-teto, moradores da periferia, camelôs, estudantes universitários, funcionários das universidades públicas paulistas, professores da USP, estudantes secundaristas, manifestantes anti-Bush, funcionários públicos de categorias diversas, bater na própria polícia e ontem mandou descer porrada nos professores da rede pública de São Paulo. É tanta repressão que nem mesmo a “grande” imprensa, tão dedicada em protegê-lo, não encontrou meio de não deixar de registrar as cenas de pancadaria protagonizadas por ordem de José Serra ao longo dos seus lamentáveis pouco mais de três anos como governador. Basta dar uma busca no google, pesquisar nos jornais ou ir ao Youtube que está tudo lá. Bomba de gás lacrimogêneo, bala de borracha, cassetete e spray de pimenta são mais experimentados pela população de São Paulo do que em toda Palestina.

Neste diapasão serrista de resolver tudo a manu militari, lembremos que durante o governo Serra a Polícia invadiu bairros pobres, assentamentos, pelo menos três universidades (USP – duas vezes –, Unesp de Araraquara e PUC de São Paulo) e uma faculdade (Fundação Santo André).

Um governo que lança mão de tanta força, não dialoga com seu povo porque não quer ou porque não pode; no caso do Serra são as duas coisas. Um governo que só se valida pelo recurso à violência e a blindagem da “grande” imprensa (Globo, O Globo, Época, Folha de São Paulo – também conhecida como Ditabranda –, Estado de São Paulo, Veja e Rede Bandeirantes) – blindagem feita por adesão a um projeto elitista provinciano, mas muitas das vezes com indícios de ser comprada, afinal, ninguém esquece dos milhares de assinaturas  dos jornais Folha e Estado feitas para as mais de 5.000 escolas do estado; da revista Nova Escola (Grupo Abril) enviada, sem que ninguém tenha pedido, para milhares de professores do ensino básico; do patrocínio exclusivo e constante do SPTV 2º Edição (órgão oficioso de relações públicas do Palácio dos Bandeirantes); da preferência pela gráfica da Folha (Plural) para imprimir apostilas e materiais do governo; da compra de livros da Ática (Grupo Abril) etc. (um etcetera bem extenso), tudo feito na maior parte das vezes sem licitação, sem levar em conta que existem outros fornecedores, com uso de dinheiro público e autorização do José Serra. Enfim, um governo que apela para a truculência ao longo de toda sua duração, é um governo autoritário, antidemocrático e que não governa para a população, mas em nome de poucos, cujos interesses são inconfessáveis.

José Serra não tem mais autoridade moral para governar (mais…)

Próxima Página »