(Publicado originalmente na FSP, edição de 16.06.2009, na seção Tendência e Debates)

CAIO VASCONCELLOS e ILAN LAPYDA

APÓS MAIS de uma semana de presença da Polícia Militar no campus da USP, a política repressiva da reitora Suely Vilela culminou na batalha campal de 9 de junho.

O conflito que se deu depois do fim da manifestação pela retirada da PM não se limitou ao portão principal, mas se estendeu até a parte central do campus, algo que não se via desde a ditadura militar: bombas de gás e de concussão, balas de borracha, prisões e (mais…)

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