Ingenuidade ou não, há quem acredite que é possível fazer um reitor sem a benção do governo ou a despeito da parcela do Conselho Universitário ligado à Reitora. Mas o fato é que as articulações estão a mil.

Ontem, na FFLCH, professores próximos à Adusp estavam reunidos. Paralelamente, praticamente no mesmo horário, outro grupo, de visão diametralmente oposta aos que estavam na Letras, também reunia-se na FEA. Em ambos os encontros o cardápio era o mesmo: eleições para reitor.

Depois do Renato Janine Ribeiro, existe um novo reitorável circulando nos bastidores. Já se sabe quem é, cruzaremos mais algumas informações e ainda hoje daremos o nome.

De toda forma, ficam as perguntas: vale a pena apostar e legitimar a atual estrutura de poder? E a estatuinte? Anticandidato resolve alguma coisa?

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