Mais um da série Os desmandos de Suely Vilela. Este é um clássico:

Em 2007, um mês após os decretos inconstitucionais de José Serra – como ficou provado depois –, Suely Vilela foi chamada a posicionar-se sobre os mesmos. Devido ao posto que ocupa nem era necessário ir atrás do que pensava a reitora. Por ser matéria que afetava frontalmente a Universidade, era de se esperar que a dirigente máxima se manifestasse. Mais, que saísse em defesa da Universidade. No entanto, ficou calada fugindo dos questionamentos de docentes (Adusp), funcionários (Sintusp), estudantes e até mesmo da imprensa. Depois de inúmeras tentativas fracassadas de ouvi-la sobre o tema, finalmente os estudantes marcaram audiência pública para que a professora Vilela ou representante fosse debater com os estudantes os decretos. Desconfiava-se que ela faltaria com sua obrigação – lembremos que ela está num cargo público e assim deve satisfações públicas –, mas enviaria representante. No dia e hora marcados não foi nem enviou ninguém ou avisou sobre a ausência, foi para Espanha (parece que é o único lugar onde aparece em público). Os estudantes esperaram por duas horas, o resto da história todos sabem.

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