Passaremos a publicar neste blog os desmandos de Suely Vilela desde que é reitora, começando com os mais recentes. Este, que abre a série, trata de sua “memória fragilizada”, num súbito e raro caso de esquecimento.

Durante a última assembléia da Adusp, professores contaram que nas reuniões de negociação a Reitora disse que não reveria a alteração na carreira docente, dentre outras razões porque tinha um parecer do CJ alegando que o CO onde foi aprovada tal alteração transcorreu na mais absoluta legalidade (foi compravado que pessoa que não poderia votar nesse CO, votou, sendo seu voto computado e considerado). Quando cobrada a entregar o referido parecer, protelou ao máximo encaminhá-lo à Adusp. Quando questionada sobre o teor do documento afirmou não se lembrar do conteúdo. Depois de muita insistência o parecer foi encaminhado à Adusp, qual não foi a surpresa dos professores ao constatar que quem assinava o parecer estava presente ao lado da Reitora em todas as reuniões. Ou seja, não bastasse a intransigência  em pelo menos considerar mais de 600 docentes contrários à mudança na carreira docente, um processo de implantação cheio de vícios e artimanhas antidemocráticas e posterior convalidação através de CO comprovadamente irregular, quando instanta sobre o que versava parecer do CJ defedendo a legadidade de sessão irregular do CO, além de enrolar para entregá-lo, afirmou não se lembrar dos detalhes mesmo estando sentado ao seu lado seu autor. Das duas a uma, ou a reitoria foi vítima de um súbito e raro caso de esquecimento ou agiu dentro da mais deslavada má-fé.

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